terça-feira, 28 de abril de 2009

Encontrada uma garrafa com bilhete em Auschvits






Bilhete foi encontrado dentro de uma garrafa durante uma obra em uma escola polonesa.

Operários que trabalhavam perto do local onde funcionou o campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, encontraram uma garrafa contendo um bilhete deixado por prisioneiros dos nazistas há quase 65 anos.

A garrafa estava escondida em uma parede de concreto no porão de umaescola abandonada que era usada como armazém pelos militares nazistas,a algumas centenas de metros de distância do campo de concentração.

Acredita-se que os militares tenham obrigado os prisioneiros a reforçar as paredes para também usar o local como abrigo antiaéreo.

Segundo um representante do Memorial e Museu de Auschwitz-Birkenau, a mensagem foi escrita a lápis em 9 de setembro de 1944. Nela, estão os nomes, as cidades-natais e os números de prisioneiro de sete detentos - seis poloneses e um francês. "Todos têm idades entre 18 e 20 anos", diz a frase final do bilhete.

Escondida
"Os autores eram jovens que estavam tentando deixar algum rastro de sua existência", disse o porta-voz do museu.

Ele informou ainda que pelo menos dois deles sobreviveram à sua passagem pelo campo, mas não deu mais detalhes. A mensagem deixada na garrafa teria sido escrita em um pedaço de saco de cimento. Cerca de 1,1 milhão de pessoas morreram em Auschwitz sob o regime nazista. A maioria delas era de judeus europeus, mas também havia poloneses não-judeus, ciganos e outros.


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Quais paises já foram afetados pela Gripe Suína?


A gripe suína não é uma doença de notificação obrigatória sob as normas da Organização Mundial da Saúde Animal (www.oie.int), e portanto sua distribuição internacional não é bem conhecida. A doença é considerada endêmica nos Estados Unidos. Surtos entre porcos também já aconteceram na América do Norte e do Sul, Europa (incluindo Reino Unido, Suécia e Itália), África (Quênia) e em certas porções do leste asiático, entre as quais China e Japão.



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Como as pessoas são infectadas pela Gripe Suína?

As pessoas em geral contraem a gripe suína de porcos infectados; no entanto, alguns dos casos humanos não envolviam uma história de contato com porcos ou ambientes nos quais porcos pudessem ter estado presentes. Ocorreram alguns casos de transmissão direta entre seres humanos, mas eles estão limitados a ambientes de estreito contato e a grupos isolados de pessoas.

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Quais as implicações da Gripe Suína para os humanos?


Surtos e infecção esporádica de seres humanos por gripe suína foram reportados ocasionalmente. Em geral, os sintomas clínicos são semelhantes aos da gripe sazonal, mas as formas de apresentação clinicamente reportadas variam amplamente, de infecções assintomáticas a severa pneumonia que pode resultar em morte.

Já que a apresentação clínica típica da infecção por gripe suína em seres humanos se assemelha à gripe sazonal e a outras infecções agudas do aparelho respiratório superior, a maior parte dos casos foram detectados por acaso, por meio de sistemas de vigilância contra a gripe sazonal. Casos amenos ou assintomáticos podem ter escapado a detecção, e portanto não se conhece ao certo a dimensão que essa doença atinge entre os pacientes humanos.


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Voce sabe o que é Gripe Suína?

O que é gripe suína?
A gripe suína ou gripe porcina é uma doença respiratória altamente contagiosa e aguda que aflige os porcos, causada por um entre os diversos vírus suínos de Influenza Tipo A. A incidência tende a ser elevada e a mortalidade baixa (entre 1% e 4%). O vírus é difundido entre os porcos por aerossóis e contato direto e indireto, e existem porcos portadores assintomáticos. Os surtos entre os porcos acontecem ao longo de todo o ano, com incidência ampliada no verão e inverno, nas zonas temperadas. Muitos países vacinam as populações de porcos rotineiramente contra a gripe suína.

Os vírus da gripe suína são mais comumente do subtipo H1N1, mas outros subtipos também estão em circulação na população de porcos (entre os quais o H1N2, H3N1, H3N2). Os porcos também podem ser infectados por vírus da gripe aviária e vírus da gripe sazonal humana, além dos vírus de gripe suína. O vírus suíno H3N2, ao que se acredita, foi originalmente introduzido nas populações porcinas pelo contato com os seres humanos.

Os porcos ocasionalmente podem estar infectados com mais de um vírus ao mesmo tempo, o que acarreta a possibilidade de que os genes desses diferentes vírus se misturem. Isso poderia resultar em um vírus de gripe que contenha genes originários de diversas fontes, o que é definido como um vírus "recombinante". Ainda que os vírus da gripe suína normalmente sejam específicos da espécie e apenas infectem porcos, ocasionalmente cruzam a barreira entre espécies e podem causar a doença a seres humanos.


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Máscara contra gripe suína vira acessório popular!

As máscaras são usadas em todos os lugares, no México.




























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sexta-feira, 24 de abril de 2009

A Cibersegurança dos EUA poderá ser controlada pela Casa Branca!

JOHN MARKOFF

Oficiais federais responsáveis por rever a estratégia americana para aprimorar a segurança de computadores e da internet disseram na quarta-feira que a Casa Branca precisa avançar na questão e tomar controle da política de cibersegurança do país. "É preciso uma liderança do topo da Casa Branca para departamentos, agências, governos estaduais, locais e tribais, corporações, e para a biblioteca e a sala de aula", disse a oficial Melissa Hathaway, nomeada como diretora em exercício sênior para o ciberespaço pelo presidente Barack Obama, responsável por revisar em 60 dias as questões em torno das ameaças cibernéticas.

A criação de tal repartição na Casa Branca foi defendida no ano passado por um grupo bi-partidário de políticos, tecnólogos e especialistas em cibersegurança que alertou em relatório que os sistemas de segurança dos computadores dos Estados Unidos haviam chegado a um ponto crítico e que seria necessário um "czar" da Casa Branca para cuidar da institucionalização de novas tecnologias e novas políticas.

Especialistas em cibersegurança saudaram a decisão do governo de pôr a questão da segurança em destaque, mas enfatizaram que a revisão - prevista para ser divulgada nesta semana - é apenas a primeira etapa de uma batalha política contundente que envolve quanto controle deve ser exercido e quais agências governamentais vão assumir o comando da segurança de computadores.

"Existe ainda muito conflito dentro da Casa Branca", disse James A. Lewis, membro sênior do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais e diretor do estudo Ciberespaço de Segurança para a 44ª Presidência, publicado em novembro.

Existem hoje pelo menos três posições envolvendo a decisão que o presidente tomará sobre o controle da cibersegurança, disse Lewis: analistas tradicionais de políticas de segurança nacional que não estão focados na ciberameaça; agências de inteligência e militares que procuram consolidar seu poder e influência sobre as políticas do ciberespaço; e um grupo influente que afirma que regulações de cibersegurança mais rígidas poderiam prejudicar setores inovadores da internet associados ao Vale do Silício.

"Não esperávamos que os Googles do mundo viessem e dissessem que isso os deixava tensos", disse. Muitos ex-integrantes do governo disseram que haviam visto influência prévia da administração Obama no discurso de Hathaway. "Gostei de ver uma ênfase em valores colaborativos com nossos parceiros internacionais e uma nova ênfase em investimentos em pesquisa e desenvolvimento", disse Rod Beckstrom, que renunciou no mês passado ao cargo de diretor do Centro de Cibersegurança Nacional e alertou sobre a crescente influência da Agência de Segurança Nacional nos esforços de cibersegurança do governo federal.

De forma independente, o Pentágono considera formas de consolidar seus esforços de guerra cibernética sob um único quartel-general, com intenção de criar uma organização dentro de um comando militar existente. O secretário de Defesa Robert Gates, em discurso na semana passada, disse que ele estava examinando propostas para um novo quartel-general cibernético dentro do Comando Estratégico, conhecido como Stratcom, que já desempenha um papel militar importante nas defesas de redes de computador.

"Algo que procuro é estabelecer um comando integrado sob o Stratcom para assuntos cibernéticos", disse Gates. Altos funcionários do Departamento de Defesa disseram que as atuais propostas não prevêem a criação de um comando absolutamente separado para a ciberguerra, nem a designação de apenas um braço das Forças Armadas no comando.


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quinta-feira, 23 de abril de 2009

O Jornal de Papel Morrerá!

Ziraldo*, Jornal do Brasil

RIO - Pode escrever aí a sentença definitiva: “O livro sobreviverá, o jornal, não”. Explico: estou falando de forma e não de conteúdo. Mas é bom manter a frase assim, dura, direta, de imediata compreensão e cheia de certeza. Explico mais: os futuros suportes para a informação e a notícia sofrerão transformações inimagináveis para nós. Em matéria de jornal, o que existe hoje, impresso, vai acabar.

Não fui chamado para falar do futuro do livro mas para dar meu palpite sobre o que acho que vai acontecer com o jornal – acho que é jornal, não a imprensa – preciso usar o livro como referência.

Questionar sobre o futuro da imprensa parece-me o mesmo que questionar o futuro do ser humano no planeta. Nós dois, o ser humano e o planeta, assim como os dinossauros, um dia, vamos desaparecer da Terra: esse será o fim do nosso futuro. Toda a discussão sobre assuntos dessa natureza, até que o cataclisma final aconteça, será uma discussão sem sentido – podemos apenas nos deter a detalhes. Falemos pois do fim do jornal, que é o que na verdade interessa aqui. Porque imprensa é uma coisa mais ampla, inclui uma quantidade infinita de suportes para que se exerça. Tanto que, até há algum tempo, ainda a dividíamos em escrita e falada! E abríamos logo a velha e elegante chave-colchete para subdividir as duas categorias nas suas diversas conformações.

A imprensa, meus amigos, vai durar enquanto o ser humano durar e seu futuro é este: cada dia mais, formas tecnológicas – que aprimoram sua função – surgirão. E pronto. O ser humano vai precisar sempre saber das notícias, estar informado, seguir esta ou aquela opinião, concordar com uma ou com outra análise. Discutir o futuro da imprensa, penso, será discutir formalidades (de forma).

Agora, voltemos ao que interessa: o futuro do jornal. Não é isso, ao fim e ao cabo, que está sendo proposto para a discussão? Ou teremos que discutir aqui, também, o futuro da televisão e da internet como veículos de imprensa?

Voltemos, então, à referência que faz falta ao meu raciocínio. Considero o livro o mais perfeito objeto para uso humano que foi criado. A evolução da humanidade, até os dias de hoje, dependeu totalmente da possibilidade do seu consumo, que passou a ser em larga escala a partir da invenção do tipo móvel, o achado decisivo de Gutenberg. A literatura, a poesia, a expressão gravada do pensamento humano acharam, no livro que faz o mar, seu veículo ideal.

Não creio que o ser humano vá deixar de contar histórias, para fazer literatura ou para procurar seu próprio entendimento; não creio que o ser humano vá abrir mão, ainda que no mais tecnológico dos mundos, do insopitável convívio com a poesia; não poderemos nunca viver sem a troca de impressões sobre nós mesmos, a humanidade vai ter, sempre e permanentemente, a necessidade de se explicar. Não vejo onde poderemos vir a gravar todas as palavras que tornam possíveis o atendimento a essas necessidades humanas, que não seja no livro. Vamos ter que perder, de vez, o sentido do tato, do olfato e da visão para abrir mãos do convívio com o livro do jeito que o conhecemos.

Acredito que nossos olhos não secarão sua lágrima e só o livro há de guardar a mancha de sua pequena queda diante do que foi lido em um poema ou em um conto. Não creio que, antes de nosso desaparecimento total, venhamos a nos robotizar a ponto de não buscar de novo a página onde uma violeta foi guardada. É certo que já passamos a época áurea do livro como objeto supremo. Houve um momento da História que todas – todas – as pessoas letradas do mundo liam livros. A primeira edição de Don Quixote não teve mais que mil exemplares e, em menos de uma década, toda a Europa dava notícia de suas desventuras.

Proporcionalmente à população que sabe ler, lê-se muito menos hoje em dia e, a cada dia, vamos ver menos livros nas mãos do ser humano. Mas ele não morrerá. Creio.

Quanto ao jornal – esse que está aí – cedo morrerá. Primeiro, ele já começou a diminuir de tamanho: sete colunas, formato berliner... A necessidade de informar-se do ser humano, que o jornal hoje atende, será imediatamente suprida com outros hábitos: acordar de manhã, apertar um botão e o jornal vai estar no teto ou na parede de seu quarto, coluna por coluna; vai estar no visor do seu celular; vai estar na sua sala, ao toque de um botão, quando do seu regresso ao lar. Não haverá notícia que não esteja, em um segundo, ao seu alcance.

Alguém poderá me perguntar: e as análises? Os analistas e cronistas do jornal, o jornalista cuja opinião interessa ao leitor, estes já estão se mudando para a internet, com seus blogs poderosos. Com os quais o “leitor” poderá interagir imediatamente. Tudo isto mudará o teor da informação – o filósofo Marshall McLuhan já disse isto há décadas – mas não mudará a função da imprensa.

Por outro lado, os que fabricam e escrevem os jornais dormem com o inimigo: toda a inovação tecnológica, cuja notícia pode dar lucro, tem prioridade sobre a notícia do livro. Acontece que só quem lê e pode vir a gostar de ler, pode vir a ler jornais. Mas eles – os jornais – não se preocupam em conquistá-los.

*Cartunista e escritor


terça-feira, 21 de abril de 2009

Obama e os Trens-Bala nos EUA


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou hoje um plano para a criação de uma rede de trens de alta velocidade no país, que demandaria um investimento inicial de US$ 8 bilhões e a aplicação de mais US$ 1 bilhão ao ano por pelo menos um quinquênio.

Junto com o vice-presidente Joe Biden e o secretário de Transportes, Ray LaHood, Obama apresentou os detalhes da proposta, que busca estimular a economia e o uso de meios de transportes alternativos aos automóveis.

Segundo Obama, estão previstos dois projetos: uma para a criação de trens-bala como os existentes no Japão e na França, e outro para aumentar a velocidade das linhas ferroviárias já existentes.

A estratégia de Obama requer, prontamente, um investimento de US$ 8 bilhões, dinheiro que viria do pacote de estímulo econômico aprovado no começo do ano. Já a quantia de US$ 1 bilhão ao ano que seria aplicada por pelo menos um quinquênio viria do Orçamento do Governo, que já incluiu a soma no projeto orçamentário do ano fiscal de 2010.

O plano do Governo identifica dez possíveis corredores de alta velocidade passíveis de receber fundos federais.

Os trens-bala que Obama quer construir se concentram, principalmente, no lado leste do país, embora esteja prevista a instalação de dois na costa do Pacífico.

No segundo semestre, o Governo também começara a liberar fundos para o Corredor Nordeste - de Washington a Boston -, com o objetivo de melhorar a única rede de alta velocidade existente atualmente no país, informou a Casa Branca.

Para Obama, os trens de alta velocidade podem ajudar o país a reduzir sua dependência em relação ao petróleo estrangeiro, a diminuir as emissões de dióxido de carbono, a estimular a economia e oferecer aos viajantes mais opções de transporte.

"Meu plano ferroviário de alta velocidade trará inovações que mudarão a forma como viajamos nos EUA. Temos que começar a desenvolver um transporte limpo e eficiente do ponto de vista energético (...)", declarou Obama.

O presidente acrescentou que a criação de uma grande rede de alta velocidade "gerará milhares de empregos na construção durante vários anos", além de "postos permanentes e uma maior atividade econômica nos pontos de destino".



Está aqui!

Equações da vida!


Impostos = seu salário dividido por (estradas + guerras + escolas) vezes burocracia

Muito inteligente Craig Damrauer, ele escreveu o Best Seler New Math: Equations for living.



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