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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Barack Obama in High School



Google Images

domingo, 25 de janeiro de 2009

Obameter - Obâmetro!


O Obâmetro

O Obâmetro, compilou mais de 500 promessas de campanha de Obama e está catalogando-as sob “cumpridas”, “em andamento”, “solução de compromisso”, “nenhuma ação”, “paralisadas” e “quebradas”.

Até agora, 5 cumpridas, 14 em andamento, nenhuma quebrada em definitivo.


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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Obama usa BlackBerry!


Barack Obama poderá continuar com o seu BlackBerry 8830 para uso pessoal, contanto que ele use o Sectera Edge WinMo 6.1 para o trabalho oficial.

Gizmodo

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Obama e família, servindo à comunidade.


Em 19 de janeiro, os americanos em toda a nação, atenderem ao convite do presidente Obama para servirem as suas comunidades.

White House

The Whistle Stop Tour - Obama

Torcedores usam máscara do Obama durante partida do Aberto de Tênis da Austrália.


Torcedores usam máscara do Obama durante partida do Aberto de Tênis da Austrália.

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Obama/Transparência


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira que ''a transparência e o respeito à lei serão os marcos'' de sua Presidência e assinou suas primeiras ordens executivas, que contêm medidas nesse sentido.

Entre as medidas que o novo presidente dos Estados Unidos anunciou como emblemáticas do que chamou de ''nova era'' em Washington estão uma maior abertura ao comunicar as decisões do governo e a imposição de limites às atividades de lobistas.

Segundo Obama, as medidas "marcam o começo de uma nova era de transparência" os Estados Unidos. "Espero que façam algo para tornar este governo mais confiável para o povo americano nos dias, semanas, meses e anos que virão", disse.

O novo presidente americano anunciou também o congelamento dos salários de representantes do alto escalão de sua administração.

A imprensa americana disse que a decisão deverá ter impacto aqueles que ganham mais de US$ 100 mil anuais, como o chefe de gabinete, o assessor de Segurança Nacional e o porta-voz.

De acordo com o presidente, o congelamento é necessário, uma vez que a crise econômica está fazendo com que famílias americanas ''apertem os cintos''.

E ele acrescentou que o momento exige que os servidores públicos mostrem seu comprometimento com as boas práticas administrativas.

Sem segredos

De acordo com o presidente, ''por muito tempo houve segredos demais nessa cidade (Washington)''.

Para ele, só porque o governo dos Estados Unidos tem a prerrogativa legal de impedir que determinadas informações sejam divulgadas, isso não significa que seja sempre necessário fazer uso disso.

Obama afirmou que os limites estabelecidos por ele às atividades de lobistas em sua gestão serão os mais rígidos já adotados por um presidente dos Estados Unidos.

Funcionários do governo Obama estão proibidos, por exemplo, de aceitar presentes e doações oferecidos por lobistas.

O presidente disse também que representantes do governo federal terão de se comprometer por escrito com os novos procedimentos éticos estabelecidos por ele.


BBC

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Obama pede união!

Diante do memorial de Lincoln, e no mesmo local em que Martin Luther King fez o famoso discurso sobre a superação das diferenças raciais nos Estados Unidos em 1963, o presidente eleito Barack Obama fez neste domingo, em Washington, um apelo pela união dos americanos para superar os desafios, deixando de lado as diferenças raciais, religiosas e de sexualidade.

Ele saudou a multidão, dizendo que todos eram bem vindos à celebração da "renovação da América", e afirmou que poucas gerações enfrentaram tantos desafios ao mesmo tempo, com a crise econômica e as guerras no exterior, mas disse que, juntos, os americanos poderão superar os problemas e manter vivo o "sonho dos fundadores do país".

"Enquanto eu estou aqui hoje, o que me dá a maior esperança não são as pedra e o mármore que nos cercam hoje, mas o que preenche o espaço entre elas. Que são vocês --americanos de todas as raças, regiões posições sociais que vieram aqui porque acreditam no que este país pode ser e porque vocês querem nos ajudar a chegar lá", discursou Obama

Em uma extensão do pedido de união e superação das diferenças para além das raças e da posição política, o presidente eleito fez um dos seus mais fortes apelos em direção à aceitação dos homossexuais.

"E é a mesma coisa que me dá esperança desde o dia que começamos esta campanha para a Presidência há cerca de dois anos; uma crença de que se nós pudermos reconhecer a nós mesmos uns nos outros e nos unirmos todos --democratas, republicanos, independentes, latinos, asiáticos e nativos americanos; negros e brancos, gays e heterossexuais, deficientes e não deficientes-- então não apenas nós restauraremos a esperança e a oportunidade em lugares que ansiavam por essas duas coisas, mas talvez nós poderemos aperfeiçoar nossa união nesse processo", disse o presidente eleito.

Obama lembrou os desafios enfrentados por Abraham Lincoln (1861-65), que libertou os escravos e venceu a Guerra da Secessão, e a luta dos americanos na Segunda Guerra Mundial, durante o governo de Franklin Delano Roosevelt (1933-45), como exemplos da capacidade americana de superar momentos difíceis.

O paralelo com Lincoln tem sido uma constante desde a eleição de Obama, que prestará o juramento presidencial usando a mesma bíblia que o presidente republicano utilizou na posse há 148 anos.

Artistas como Beyonce, Bruce Springsteen e o grupo U2 vão se apresentar para uma multidão de mais de 200 mil pessoas no mesmo local. O evento, chamado de " "We Are One" ("Nós somos um"), faz parte do conjunto de celebrações da posse de Obama, que assume a Presidência na próxima terça-feira (20).

Folha Online

Obama pintando uma parede!

Um presidente moderno!

O presidente eleito Barack Obama pinta uma parede no centro para desabrigados Sasha Bruce Youthwork, em Washington. Obama realizou a ação para marcar o Dia Nacional de Serviço Social, que homenageia Martin Luther King.

Terra

Obama e a mulher, Michelle, no show realizado ontem no Lincoln Memorial, em Washington.

Obama e a mulher, Michelle, no show realizado ontem no Lincoln Memorial, em Washington. Ele esta ganhando cada vez mais popularidade.

Com público estimado em 750 mil pessoas, que aglutinadas disfarçavam o frio perto de 0ºC na tarde de ontem em Washington, um show com nomes de primeiro time celebrou Barack Obama e ratificou mais uma vez a euforia popular com a qual ele assume amanhã a Casa Branca.

Duas pesquisas divulgadas pela manhã colocaram números nessa imagem. Na New York Times/CBS News, 79% dos americanos estão otimistas para seu governo --taxa ao menos nove pontos percentuais superior às dos últimos seis presidentes. Na aferição Washington Post/ABC News, o mesmo percentual tem imagem "favorável" a ele.

Para as perguntas sobre como usará a notória expectativa popular em seu favor, uma resposta ressonante foi dada no fim de semana. Obama lançou o projeto "Organizando-se pela América", em que convoca grupos comunitários que se engajaram em sua campanha para se filiarem a uma nova rede na internet, por meio da qual poderão, diz Obama, "continuar organizando e trazendo mais gente para o processo político".

Na prática, ele tenta reforçar a base de apoio para projetos do governo em ações de voluntariado e arrecadação de dinheiro, mas também de pressão política sobre legisladores e Estados. Assim, quer importar para a Casa Branca o conceito de revolução "de baixo para cima", que o impulsionou na eleição.

A boa notícia para o próximo presidente é que o público que espera tanto de seu governo também está disposto a ter paciência. Na pesquisa do "Times", uma minoria prevê mudança efetiva em áreas prioritárias no primeiro ano de governo (na economia, 17%, e em saúde pública, apenas 9%). A consulta ouviu 1.112 adultos entre 12 e 15 de janeiro (a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos). O número de "otimistas" (79%) é o maior desde a pesquisa começou, no governo de Jimmy Carter (1977, 70%).

Desde então, George W. Bush entrou na Casa Branca com a menor taxa de esperança (64%) e saiu dela com o pior índice de aprovação presidencial de todos os tempos: 22%.

Chão de estrelas

Apesar de a posse de amanhã ser a mais cara da história (mais de US$ 150 milhões), Obama anunciou o corte da verba para fogos de artifício para o Concerto de Posse, de ontem, para economizar --e assim mostrar sintonia com os americanos diante da crise econômica.

As relações de proximidade e distância com o povo oscilam. Ontem, no show no Memorial Lincoln --que teve estrelas como Bono, Beyoncé e Garth Brooks--, a família presidencial ficava no palco protegida por um aquário blindado. Por outro lado, os simpatizantes de Obama compartilharão um dos momentos mais exclusivos da posse: os bailes de gala.

O site MyBarackObama, rede social criada para sua campanha por um fundador do Facebook, convocou os mais de 1 milhão de militantes cadastrados a organizar seus próprios bailes com a comunidade e partilhar juntos da posse, como se fosse Natal ou Ação de Graças.

"Obama é agora como se fosse da minha família. Essa posse também é minha", disse à Folha Elisabeth Patrick, vinda de Indiana para a posse.

O Memorial Lincoln foi onde Martin Luther King fez, em 1968, o discurso histórico "Eu tenho um sonho". Obama --que celebra hoje o feriado pelo líder negro-- disse para a multidão: "Vocês vieram por acreditar no que esse país pode ser e vão nos ajudar a chegar lá".


Daniel Bergamasco
(Folha Online)

Obama incentiva voluntariado, um dia antes da posse!


O abolicionista Abraham Lincoln (esq.) e o militante dos direitos civis Martin Luther King (dir.); Obama busca unir as heranças dos líderes.

Obama evoca Luther King e faz chamado ao voluntariado a um dia da posse

Um dia depois de participar de um megashow à sombra do abolicionista Abraham Lincoln (1861-1865), o democrata Barack Obama dedica esta segunda-feira, Dia de Martin Luther King, a incentivar o voluntariado. Sob esses dois grandes nomes, ele tomará posse, nesta terça-feira (20), como primeiro presidente negro e 44º da história dos Estados Unidos.

Os eventos pela posse de Obama começaram sábado (17), quando ele realizou uma viagem de trem com destino a Washington, nos moldes da realizada por Lincoln em sua posse, em 1861. Neste domingo (18), então, ele participou, ao lado de seus familiares, do vice eleito, Joseph Biden, e da mulher dele, Jill, de um megashow gratuito que reuniu cerca de 400 mil pessoas, conforme estimativas da polícia de Washington.

O show reuniu diversas estrelas como os atores Tom Hanks, Jamie Foxx, Forest Whitaker, Denzel Washington e Jack Black e os músicos Bono, Bruce Springsteen, Shakira, Bon Jovi, Sheryl Crow e Will.i.am; no mesmo lugar em que King disse que "todos podem ser grandes, porque qualquer um pode servir".

Nesta segunda-feira, Obama, Biden e suas famílias dão início à campanha Renovando Juntos a América: Um Chamado a Servir, de incentivo ao voluntariado. Depois de servir almoço para voluntários, eles participam de um concerto em homenagem a famílias de militares. O Dia de Martin Luther King é feriado federal nos EUA, em homenagem ao líder dos direitos civis que foi assassinado em 1968. King pregou a resistência pacífica e a igualdade racial.

Como quase tudo ligado a Obama, o projeto de voluntariado já tem site na internet por meio do qual os americanos podem localizar uma atividade na qual se engajar, perto de sua casa. "Peço que vocês façam um último compromisso para melhorar a vida dos americanos. Um compromisso que deve durar mais que um dia, mais que uma Presidência", afirmou Obama em uma declaração publicada no site YouTube, na semana passada.

"Nesse momento de grande desafio e grande mudança, peço que vocês tenham um papel. Que arregacem suas mangas e entrem no trabalho de reconstruir esse país."

Folha Online

domingo, 28 de dezembro de 2008

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Obama escolhe Hillary como secretária de Estado.













Transição nos EUA.
Há muito que se especulava, mas agora é oficial: Hillary Clinton será secretária de Estado de Barack Obama. Ao escolher a ex-rival e manter Robert Gates no Departamento da Defesa, o Presidente eleito foi criticado pela ala mais à esquerda, que esperava dele uma mudança mais radical Quando há quatro anos ouviu o jovem Barack Obama discursar sobre a união da América na Convenção que consagrou John Kerry como candidato democrata à presidência dos EUA, Hillary Clinton nunca pensou que quatro anos depois iria trabalhar para ele. Mas assim aconteceu e a partir de Janeiro, quando o primeiro presidente negro dos EUA chegar à Casa Branca, a ex-primeira dama vai tornar-se na voz dos Estados Unidos no mundo .

"A nomeação de Hillary Clinton é um sinal para amigos e inimigos do meu empenho em renovar a diplomacia americana e restaurar as nossas alianças mundiais", disse Obama numa conferência de imprensa. O Presidente eleito escolheu Chicago, a cidade onde ainda vive, para apresentar a sua equipa para a área da Defesa. Além de Hillary, Obama decidiu manter Robert Gates à frente do Pentágono, tendo escolhido o general James Jones para conselheiro para a segurança nacional. Janet Napolitano, a governadora do Arizona que apoiou a candidatura de Obama desde o primeiro minuto, irá chefiar o Departamento de Segurança Nacional.

Obama não poupou elogios à sua equipa. "É uma americana de estatura tremenda que tem toda a minha confiança, que conhece muitos dos líderes mundiais, que merece respeito em todas as capitais e saberá defender os nossos interesses no mundo", disse sobre Hillary. Esta respondeu: "Senhor Presidente eleito, estou orgulhosa de me juntar a si nesta difícil aventura".

A partir de 20 de Janeiro, os velhos inimigos vão ter de ultrapassar as divergências e trabalhar juntos. E se durante a campanha Hillary acusou Obama de ser "ingénuo" e este nunca se cansou de criticar o voto desta a favor da invasão do Iraque, quando a ex-primeira dama assumir a chefia da diplomacia americana terão de falar a uma só voz.

Helena Tercedeiro

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Big Fotos de Obama - The best photos of President-Elect Barack Obama





Democratic presidential nominee Senator Barack Obama speaks at a campaign rally in Fayetteville, North Carolina, October 19, 2008. (REUTERS/Jim Young)

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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Um Breve Perfil de Obama.

Barack Hussein Obama JR.



















  • 47 anos (nasceu em 4.ago.1961, em Honolulu, Havaí)
  • Casado com Michelle Robinson desde 1992; o casal tem duas filhas: Malia (nascida em 1999) e Natasha (2001)
  • Senador por Illinois (eleito em 2004)
  • Filho de um queniano e uma norte-americana, Obama tem a torcida de parte da família que ainda vive na África e espera que ele se torne o primeiro presidente negro dos EUA
  • Obama significa "abençoado" em suaíli, uma das línguas oficiais do Quênia, junto com o inglês
  • O pré-candidato passou quatro anos de sua infância em Jacarta, depois da separação dos pais e do casamento da mãe Ann Dunham com um indonésio; aos 10 anos, Obama voltou ao Havaí e foi morar com os avós
  • Quando Obama ainda era criança, seu pai abriu mão de estudar em Harvard por não ter dinheiro para levar a família junto; o filho estudou direito na prestigiosa universidade e foi o primeiro afro-americano a presidir a revista universitária "Harvard Law Review"

Uol